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    <title>Carlos R. Kloser</title>
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    <description>Um conceito pessoal sobre a vida e o universo</description>
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    <pubDate>Fri, 25 Nov 2011 10:38:05 GMT</pubDate>

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        <title>RSS: Carlos R. Kloser - Um conceito pessoal sobre a vida e o universo</title>
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    <title>Decolagem abortada. shimmy de bequilha.</title>
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            <category>Mr. Kloser</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
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    &lt;center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/pCMp_FDTo5c?rel=0&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
Na manutenção foram invertidos os espaçadores de diferentes comprimentos situados entre o garfo e a roda da bequilha. 
    </content:encoded>

    <pubDate>Sat, 03 Jul 2010 11:01:07 +0200</pubDate>
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    <title>Aeromodelismo / Helimodelismo - Dica fundamental para quem pensa em iniciar</title>
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            <category>Elcoptero</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
    <content:encoded>
    &lt;center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/fixSUF6-Dsc?rel=0&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
Na verdade o título do vídeo deveria ser: &amp;quot;Como perder dezenas de dólares em 10 segundos&amp;quot;. Aqui é mostrado o que não se deve e o que deve se fazer para começar neste hobbie. Tags: aeromodelismo helimodelismo aeromodelo duplo comando cabo trainer simulador de vôo helicóptero heli tutorial dica aula curso video modelo iniciante interessado radio controlado controle iniciar hobbie hobby 
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    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:28:26 +0200</pubDate>
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    <title>Por quê?</title>
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            <category>Abstrações</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
    <content:encoded>
    &lt;center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/dBY3XNsFZJI?rel=0&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
Apenas hoje... tente não contribuir para a propagação destes flagelos e amanhã sentirás que estarás acordando num mundo melhor! E... quem sabe? Talvez durante este dia, você se maravilhe e queira que ele se torne ainda mais perfeito! Tags: fronteiras traição corrupção exclusão fome doenças mentiras assassinatos notícia poluição pobreza roubos guerras Inveja Ira Soberba Preguiça Gula Avareza Luxúria 
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    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:03:25 +0200</pubDate>
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    <title></title>
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            <category>Abstrações</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
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    &lt;strong&gt;&quot;O nosso universo é resultante de um evento ocorrido num supra universo unidimensional que o contém.&quot;&lt;/strong&gt; 
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    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:14:52 +0200</pubDate>
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    <title></title>
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            <category>Abstrações</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
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    &lt;strong&gt;&quot;Quando tiveres interesse em saber como se assenta a primeira pedra; é bem provável que logo saibas como se constrói uma casa inteira!&quot;&lt;/strong&gt; 
    </content:encoded>

    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:03:15 +0200</pubDate>
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    <title>Software por assinatura</title>
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            <category>Softsubscribe</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
    <content:encoded>
    Considerações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desenvolvimento de programas de informática implica em conhecimento, imaginação, tempo, vontade e dinheiro. Desconsiderando as idéias totalmente inovadoras, no geral, o boom de mercado já é coisa do passado. Houve um tempo de florescimento em que bastavam as quatro primeiras condições acima, para que alguém tivesse grandes chances de sucesso. Hoje, infelizmente, a causa &quot;dinheiro&quot;, quase sempre têm freado e/ou interrompido o progresso da maioria dos bons projetos. É uma situação ambígua: a não ser por um golpe do acaso, os investidores só se fazem presentes e dispostos a uma parceria quando o produto já estiver consolidado no mercado; caso em que, excetuadas aspirações maiores, eles podem ser considerados dispensáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta altura dos acontecimentos, existe uma barreira quase que intransponível para o programador independente e pequenas empresas que se atrevem no desenvolvimento de aplicativos para uso em escala. É uma lógica indiscutível: Com todos os meios à sua disposição, os gigantes vêem com satisfação o mercado concentrar-se mais e mais em suas mãos.&lt;br /&gt;
Entretanto, esta também é uma situação transitória. Não só as pequenas, mas também as grandes empresas do ramo devem saber que qualquer tipo de mercado é dinâmico e que em poucos anos o conceito de software pago deverá mudar radicalmente.&lt;br /&gt;
A tomada de espaços pelo software livre em todas suas variáveis é um destes exemplos. Voluntários individuais ou em grupos, não raro, apresentam soluções tão boas ou melhores do que daquelas apresentadas pelo modelo proprietário e/ou comercial. Muitos acreditam ser este o padrão que, num futuro próximo, virá a governar o mercado. Neste molde, as receitas profissionais passariam a advir do suporte, assim como: instalação, manutenção e customização do código básico gratuito.&lt;br /&gt;
Assim, como outras, esta forma apresenta suas vantagens e desvantagens. O custo, por exemplo, camuflado ou não, nunca deixará de existir. Talvez o &quot;Donate&quot;, visto em muitos projetos, mostra que na expressão &quot;Nem só de pão vive o homem&quot;; uma troca da palavra-chave por &quot;idéias&quot; ou &quot;ideais&quot;, não impedirá que a verdade continue presente. Deixando-se de lado outras formas de financiamento, na ausência dos pedidos de doação, é bem provável que sob estas iniciativas se encontre o respaldo direto ou indireto de empresas ou instituições.&lt;br /&gt;
Não é momento para desenvolver uma tese maior. Diversos caminhos estão e continuarão disponíveis; apenas é preciso democratizar o processo. Se é útil para alguém usufruir da materialização de um conhecimento e esforço; também é justo premiar o seu autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta linha de pensamento, resolvido que é justo uma contrapartida do usuário sobre um bem disponibilizado para uso; será que do seu lado, esta questão do pagamento do prêmio está em equilíbrio com a outra parte?&lt;br /&gt;
A resposta é não! Órfão da evolução do sistema; o interessado é levado a pagar 25, 50, 500 ou mais dólares pelo aplicativo que presumivelmente venha a atender sua necessidade ou desejo. Não é questão do valor ser legítimo ou abusivo. Também é desnecessário discutir os fatores que implicam na formação destes preços. O fato é que, ninguém possui um orçamento ilimitado para sair comprando tudo aquilo que lhe pareça interessante. Além do que, boa parte dos aplicativos comprados sem intenção de uso profissional, são guiados por uma motivação passageira e; portanto, utilizados intensamente por uma ou quem sabe duas semanas e depois, se muito; uma ou duas vezes ao mês. Caso o potencial comprador viesse a fazer as contas do custo por utilização e abafasse as suas emoções; no geral, as vendas, provavelmente, cairiam para menos de 10% do nível de hoje.&lt;br /&gt;
Não bastasse o proibitivo preço de compra, a política do &quot;upgrade&quot;, no lugar de premiar, castiga aqueles escassos compradores que investiram seu dinheiro e confiança em determinado produto e, como é natural, desejam permanecer atualizados.&lt;br /&gt;
Então, para o usuário, a questão atual é esta: depois do negócio feito e como não existe outra solução, independente da satisfação e/ou intensidade de uso, a única saída é adaptar-se aos recursos do produto e política do fornecedor. O Shareware é apenas mais um meio de divulgação que visa atingir os formadores de opinião. Aqui é de se observar que versões que limitam funções constituem uma contrapropaganda. Quanto ao usuário comum, é raro notar sua incursão pela internet procurando e testando programas. Estabelecida a necessidade ou desejo, a aquisição de um software por este tipo de usuário, em regra, acontece segundo os mesmos princípios que o levam a comprar qualquer outro produto. A tomada de decisão é fortemente influenciada pela indicação do amigo &quot;expert&quot;, profissional de confiança ou vendedor de loja, e é claro que estes, em 99% dos casos, se fixarão em produtos tradicionais e naqueles disponíveis em prateleira.&lt;br /&gt;
A grande nova, na tentativa de &quot;pescar&quot; compradores, é que agora as montadoras de computadores, em acordo com as grandes empresas de software, estão fornecendo seus equipamentos com shareware de prazos estendidos (3, 6 ou mais meses) previamente instalados. Comprado o equipamento, o usuário acostuma-se com os programas e acaba por adquiri-los ao final do período de teste. Para receber os mesmos benefícios, uma variante menos eficaz pede o envio de cópia da nota fiscal de compra do PC.&lt;br /&gt;
O Marketing do desespero já está tomando conta do setor. O &quot;compre um e leve dois&quot; também já se faz presente. É freqüente observar-se propostas de venda nas quais uma cópia se software estaria licenciada para uso em dois ou mais computadores. Até aí tudo bem; o problema é que só existe esta opção. Agora o interessado, além de pagar, se possuir apenas um PC, para conseguir um preço melhor, precisa tornar-se vendedor da &quot;maravilha&quot; que pretende adquirir.&lt;br /&gt;
É hora de mudar o modelo!&lt;br /&gt;
Proposta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Via assinatura, proporcionar ao usuário de PC que possua conexão à www, a possibilidade ilimitada de escolha e uso de programas contidos em catálogo online.&lt;br /&gt;
Quanto ao funcionamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os donos de software, associados a Cooperativa, disponibilizam uma cópia do(s) seu(s) produto(s), adaptados para funcionar somente através de um gerenciador de tráfego, especialmente desenvolvido para uso da sociedade.&lt;br /&gt;
Do lado do Usuário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   1. Toma conhecimento da Cooperativa » visita o Website » Intera-se das vantagens do sistema.&lt;br /&gt;
   2. Decide tornar-se cliente » registra-se » define o username e senha » escolhe a forma de pagamento » recebe e-mail com link para confirmação » clica no link » abre-se página confirmando a inscrição e propiciando o download do gerenciador de tráfego » efetua o download » procede a instalação do gerenciador em seu PC.&lt;br /&gt;
   3. Retorna ao Website sempre que quiser » efetua o login » escolhe o(s) aplicativo(s) que deseja » executa o download » faz o logout » procede a instalação em seu PC.&lt;br /&gt;
   4. Clica no atalho para abertura do aplicativo » caso não queira ou possua o username e senha gravados, lhe é solicitado o preenchimento dos campos » estabelece-se a conexão com o servidor da Cooperativa e liberado o uso. Em caso de insucesso na conexão por falta de acesso a www, a abertura do programa é liberada com um alerta de que o problema deverá ser corrigido, pois em x dias deixará de existir a permissão de uso. Em caso de problemas com o servidor da Cooperativa, não existirá qualquer alerta visível; entretanto, nos dois casos serão gravados logs retransmitidos na primeira oportunidade à Cooperativa. Um outro alerta surgirá caso dois PC&#039;s estejam utilizando ao mesmo tempo idênticos números de inscrição, username e senha; caso em que será solicitada a imediata modificação dos dados de login. Caso a situação torne-se sistemática e não haja outra solução, ocorrerá o encerramento da assinatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do lado do dono de software:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   1. Toma conhecimento da Cooperativa » apresenta proposta de associação » se aprovado recebe código fonte necessário para adaptação de cópia de seu software ao sistema da Cooperativa e autorização para administração de conta, visualização de estatísticas/contas da Cooperativa » submete cópia do software, imagens e descrições para aprovação.&lt;br /&gt;
   2. Se aprovado, o aplicativo é incluído no catálogo da Cooperativa e disponibilizado para o assinante » Caso o assinante instale o programa em seu computador e dele faça uso, créditos será contabilizados, de acordo com os seguintes critérios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Para cada utilização será creditado 1 ponto ao Cooperado proprietário do software.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; Ao Cooperado, através de fechamento mensal, serão repassados os valores referentes a soma dos pontos alcançados.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Para antí-vírus, firewall e outros programas que necessitem estar sempre ativos, existirá a contabilização máxima de 1 ponto diário. Exceto para aqueles aplicativos aprovados pela Cooperativa, nenhum deles poderá iniciar automaticamente.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; Impostos, despesas com remessa de numerário e outros custos diretamente relacionados com a operação, serão debitados ao Cooperado favorecido.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; O Cooperado favorecido será responsável em atender a legislação tributária do seu país sede.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; Nos dias em que o cliente não utilizar os programas do catálogo, descontado as reservas para a cobertura das despesas operacionais, o valor excedente da assinatura será distribuído entre os Cooperados, observado o número de programas que cada um possui em catálogo e o tempo que ali estão disponíveis. Salvo outra decisão tomada em assembléia, a idéia é de que este repasse seja processado semestralmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do lado da Cooperativa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   1. Sobre o valor da assinatura será reservado um percentual, destinado à cobertura das despesas operacionais. O resultado excedente será reinvestido ou distribuído entre os Cooperados de acordo com seu próprio desempenho. Ambas definições deverão ser decididas em assembléia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observações gerais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Para tornar-se um cooperado, não é imperativo que a pessoa ou empresa possua software disponível em catálogo. Entretanto, deve possuir atributos que se afinem com o funcionamento e desenvolvimento da Cooperativa&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; O fato de estarem ligados a Cooperativa não impede que as empresas de software e programadores independentes continuem vendendo os seus programas na maneira tradicional.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; O software disponibilizado em catálogo deverá ser sempre o da última versão e habilitado em todas suas funções.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; Caso queira, o Cooperado poderá disponibilizar seu software para catálogo com nome diferente daquele utilizado em sua venda tradicional. Aqui serão permitidas versões anteriores; porém, com todo suporte convencional.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Para o assinante sempre deverá estar disponível a possibilidade de update e upgrade.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; Os dados cadastrais do cliente são exclusivos para gerenciamento das contas e não poderão de maneira alguma servir para interesses individuais. Qualquer contato entre Cooperado e cliente somente poderá ser feito via Cooperativa.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Os softwares disponibilizados em catálogo, de maneira alguma poderão conter códigos maliciosos. Não contituem problema, links clicáveis para a homepage do proprietário, páginas de ajuda e outros aprovados pela Cooperativa.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; Caso não haja mais o interesse de disponibilizar um determinado software para o catálogo; estando ele instalado no computador do assinante, seu funcionamento deverá perdurar no mínimo pelos 18 meses subseqüentes a primeira notificação dada ao interessado. A exemplo das versões de teste, o número de dias de funcionamento restantes deverão estar claramente visualizados. Informações deste tipo e outras poderão ser dadas através do gerenciador de tráfego.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Caso haja suspensão no desenvolvimento e suporte de um programa, seja qual for o motivo, via Cooperativa, o cliente deverá ser prontamente informado. Neste caso o download só será permitido com a sua anuência.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; No sentido de suprir lacunas do seu catálogo e visando manter a satisfação do cliente, poderão ser formados convênios com terceiros ou ainda, proceder-se a indicação de programas gratuitos; porém, deixando-se clara a inexistência de vínculo com a Cooperativa.&lt;br /&gt;
    &lt;strong&gt; Softwares de e-commerce e outros que independam do uso do computador do assinante serão disponibilizados para venda em seção especial do catálogo e não farão parte da assinatura.&lt;br /&gt;
    &lt;/strong&gt; A Cooperativa manterá um canal para troca, compra ou venda de serviços entre os cooperados.&lt;br /&gt;
    * No sentido de aumentar as possibilidades de mercado, além de outras ações, caso haja interesse por parte do Cooperado, no mesmo molde acima ou através de convênios, a Cooperativa procurará fomentar a tradução dos softwares constantes do catálogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 - Aqui ainda está indefinida a questão referente aos seus deveres para com a Cooperativa e participação nos resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
© 2006 - Primeira publicação: 09/09/2006 | Última atualização: 09/09/2006&lt;br /&gt;
 A reprodução dos textos próprios é autorizada desde que seja citado o nome do autor e a fonte original.&lt;br /&gt;
 
    </content:encoded>

    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 10:32:47 +0200</pubDate>
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    <title>Tudo seria diferente?</title>
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            <category>Coincidência ou realidade?</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
    <content:encoded>
    Eu devia ter em torno de 4 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me da visita que minha mãe fez a uma vidente. Segurando-me pela mão ela atravessou o grande portão que nos levaria à lateral da casa onde se encontrava a porta do ?consultório? daquela mulher que as pessoas acreditavam possuir dons privilegiados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som dos nossos passos interrompeu-se sobre a fina camada de britas que cobriam o caminho. Minha mãe aguardou a vez e chegada a hora, pediu-me para aguardá-la ali fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei quanto tempo depois e também não lembro se perguntei ou se minha mãe quis falar; o fato é que caminhávamos sobre a ponte de arcos que, em Rio do Sul ligava a via férrea de um lado ao outro do Rio Itajaí-Açu. Esta ponte servia de atalho da nossa casa para a escola onde ela dava aulas e eu freqüentava o jardim de infância e, também para a empresa de torrefação de café em que meu pai trabalhava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele ia à frente, talvez com pressa de chegar ao serviço; minha mãe e eu vínhamos atrás e foi aí que ela disse: Lendo o futuro, aquela mulher que nós visitamos outro dia, profetizou que em breve eu iria ter um novo filho e que ele, infelizmente, não chegaria a completar quatro anos de idade. Eu deveria me conformar, pois, sua alma era de anjo e neste tempo de vida ele já teria cumprido sua missão. Ela também me disse que depois desta criança nascerá uma menina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela ainda falou-me a seu respeito, meu filho. Estas foram as palavras dela: Está muito distante por isto não consigo ver muito bem, porém, vejo o filho que agora a senhora tem, vestido com uma roupa azul e ele está recebendo uma condecoração. A senhora e sua filha estão presentes, entretanto, o pai dele não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para concluir, minha mãe pediu-me: Por favor, nunca deixe teu pai saber desta história. Eu não quero deixá-lo preocupado por coisas que talvez nunca venham a acontecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, assim foi: primeiro ganhei um irmão e depois uma irmã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os anos se passaram. Minha mãe havia sofrido em silêncio até finalmente conseguir respirar aliviada, ao ver meu irmão completar os seus primeiros quatro anos de vida. Ela pensou que afinal os dois nascimentos não passaram de mera coincidência com aquilo que aquela mulher falou. A dita havia apenas conseguido enchê-la de medos e angústia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, exatamente uma semana depois... aconteceu. Terrível perpétuo dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Era hora do almoço. Minha mãe havia acabado de almoçar e foi tomar um banho. Minha irmã, meu irmão, a moça que ajudava minha mãe a cuidar de nós e eu continuamos um pouco mais à mesa, até que cada um resolveu levantar-se por sua conta e tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu irmão nos deixou e saiu pela porta que dava para o puxado contíguo da casa que, a maneira de toda a moradia, também fora erguido em madeira. Este apêndice, à frente, do outro lado de um largo corredor, abrigava o forno de assar pães. Logo à esquerda da porta, com sua mureta cilíndrica erguendo-se um pouco mais de meio metro acima do piso e coberto com tábuas de madeira, estava escavado o poço d?água. Em seguida, no mesmo sentido e delimitando o final do corredor, ficava o tanque de lavar roupas. Todos estes utensílios e o piso tinham sido construídos utilizando-se como base, tijolos de barro e cimento. Moldados num cubo que fazia parte do mesmo bloco do tanque de lavar roupas, também existia um conjunto de fogão à lenha e tacho de ferro que era utilizado para ferver roupas; costume da época. Do lado oposto esquerdo da porta ficava o quarto onde estavam instalados o chuveiro e o toalete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois também me levantei e segui o mesmo caminho do meu irmão. O vi sobre a borda de cimento alisado do cubo que encerrava o tacho de ferro cheio d?água fervente. Provavelmente ele queria lavar as mãos e tentava alcançar a torneira do tanque de lavar roupas ao tempo que escorregou num sabão ali colocado e caiu sentado no caldeirão do inferno. Apenas a parte abaixo dos joelhos e sua cabeça não ficaram imersos na culpa inocente de todos que não anteviram o perigo daquela prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gritos de desespero... Minha mãe como estava e a moça tentaram acudi-lo. Apenas a segunda tentativa foi suficiente para tirá-lo dali. Na primeira, a sua pele escorregou e misturou-se às de minha mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No hospital, às quatro horas da tarde ele morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez influenciado pelas séries de TV - Perdidos no Espaço, O Túnel do Tempo e toda febre da conquista espacial empreendida na época, segui minha adolescência e juventude querendo entender o nosso universo. Achei que ser astronauta seria a melhor escolha. Me imaginei como único caminho viável para tal, a prestação do serviço militar obrigatório na aeronáutica e ali seguir carreira. Este era o meu objetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na época certa fiz o alistamento e prestei os exames de saúde necessários. A seguir eu e todos aqueles que haviam sido considerado aptos foram chamados para um desempate baseado em provas físicas, já que o número de inscritos superava em muito as vagas estipuladas. Dos escolhidos, metade deveria iniciar o serviço em janeiro e a outra metade em julho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerado classificado me informaram que eu deveria iniciar com a primeira turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei se o medo de abandonar a casa ou a associação que eu fazia entre o uniforme dos militares da aeronáutica com a história da roupa azul que me assombrava desde a morte de meu irmão ou a mistura das duas coisas, fez-me pedir o adiamento do meu ingresso para a segunda turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegado julho; alegando querer continuar meus estudos em uma área totalmente diferente daquela que ali receberia, consegui ser liberado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, com 74 anos, meu pai continua firme e forte e espero que assim continue por um longo tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carlos R. Kloser © 2005. A reprodução dos textos próprios é autorizada desde que seja citado o nome do autor e a fonte original.&lt;br /&gt;
 
    </content:encoded>

    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 10:19:06 +0200</pubDate>
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    <title>Apenas coincidência?</title>
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            <category>Coincidência ou realidade?</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
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    Após o almoço, como era de costume, fui tirar uma soneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que aconteceu no espaço entre o deitar e acordar é que me faz dizer que tive um sonho. Não fosse isto, diria que eu de fato tinha vivido uma experiência incomum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sonhei que estava no salão do clube Sociedade Cantores Lírica; paixão dos familiares de Roseli, minha mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia muita gente no ambiente, naquilo que parecia ser uma recepção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notei de imediato meu cunhado Rudi. Nada demais se não fosse o fato dele, alguns anos antes, ter morrido num desastre de automóvel. Mesmo sabendo que ele não poderia mais estar entre nós, achei sua presença natural e a situação não me causou qualquer espécie de desconforto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estava bem apessoado e diferenciava-se dos demais apenas por uma luminosidade que não afetava meus olhos; porém, algo dentro de mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Puxei assunto e lhe perguntei: Você por aqui? Por acaso veio buscar alguém?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim - respondeu-me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de ter percebido que ele não queria muita conversa comigo, insisti: Quem? Eu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não - retrucou-me. &lt;br /&gt;
Dava para notar que ele sempre procurava estar ao lado de sua mãe e a ela é que ele queria dar atenção; embora eu não lembre que ela ou qualquer das outras pessoas tenham se dado conta dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa outra cena, do lado externo do salão, enquanto ele se elevava e sua imagem parecia diluir-se no ar, ainda tive tempo de perguntar-lhe: O lugar onde você está é bom?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. E agora vou para outro estágio - Assentiu com um leve sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem bem ele tinha terminado de desaparecer; acordei e olhei para o relógio. Ele marcava doze horas e trinta minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui ao encontro da minha mulher para contar-lhe o que sucedera. Tudo parecera tão real que, inconseqüente e precipitado, além de pôr-lhe a par do sonho, também lhe fiz o diagnóstico: Fique preparada, pois, como ele queria estar sempre ao lado da mãe de vocês, eu acho que vai acontecer alguma coisa com ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em torno de meia hora depois, recebi a notícia: Minha avó havia falecido às 12:30 horas da tarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carlos R. Kloser © 2005. A reprodução dos textos próprios é autorizada desde que seja citado o nome do autor e a fonte original.&lt;br /&gt;
 
    </content:encoded>

    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 09:29:04 +0200</pubDate>
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    <title>Uma viagem entre universos</title>
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            <category>Ficção ou possibilidade?</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
    <content:encoded>
    Imagine-se numa nave espacial. Utilizando-se das escotilhas, você está ali a olhar para fora da nave; entretanto, sucede que, não importa pra onde quer que você olhe nada vê. Exceto a tela de um computador que mostra seu trabalho frenético tentando sincronizar algo, os demais instrumentos da nave também estão inertes e nada acusam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está ali simplesmente a olhar; nada fez para mudar a situação e, repentinamente, como que por encanto, um universo com todas suas galáxias, estrelas e planetas surge à sua frente ao tempo que os instrumentos passam a mostrar-se plenamente ativos. Em oposição, a tela daquele computador anteriormente em atividade, indica que ele terminou a busca que empreendia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você põe sua nave em marcha e ali, num sistema solar próximo, decide-se por visitar um planeta que lhe parece simpático. Faz os procedimentos normais de entrada na atmosfera e finalmente pousa suave numa planície perto do equador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planeta possui ar respirável, temperatura e força gravitacional compatível com o seu organismo; enfim, exceto por um acidente imprevisível, não existe nada que possa prejudicar-lhe a saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio a pé faz-lhe sentir e conhecer a vegetação, morfologia e topografia do lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passa o tempo e o sol já havendo cruzado boa parte do céu azul, dá-lhe motivo para partir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você aciona a nave, altera levemente os números do sincronizador e percebe que tudo a sua volta adquire transparência. Da mesma forma, os instrumentos passam a indicar que agora existem apenas influências residuais de fundo; como a gravitacional, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você estivesse no solo e se pusesse a observar a nave, também verificaria que ela havia se tornado difusa, brilhante e multicolorida. As manobras passariam a ser vistas como inconcebíveis para as cargas físicas normais ali aplicáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você e a nave ficaram livres de qualquer compromisso físico que seja. Sua navegação pode desprezar influências a que estamos habituados. Qualquer lugar em que você queira estar dependerá apenas da sua vontade e comando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você aproveita e em todas direções vai visitar este universo, ao tempo que os equipamentos de bordo fazem um levantamento generalizado do seu conteúdo e forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disto, você decide ir além do último resquício de matéria. Comanda uma nova alteração nos dados do computador sincronizador. Olha para trás e pelo mesmo efeito mágico inicial, tudo aquilo que você percorreu, conheceu e tocou; simplesmente desapareceu. Na sua percepção nada mais existe. Mas, é apenas questão de sincronia. O universo em que você estava continua a existir. Seu conteúdo, tamanho e forma estão somente no tempo e, para ser exato; num evento ocorrido no supra universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de todas estas experiências, você cansado, decide voltar para sua terra. Comanda o sincronizador e observa um novo universo cristalizar-se a sua volta. O mesmo instrumento indica que este é o universo em que você nasceu. Por cautela, suas instruções o levaram apenas até uma fase em que os corpos ainda apresentam-se translúcidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como passo seguinte, você faz uma conferência para verificar se não existe alguma coisa que possa comprometer sua integridade física e então procede a um novo comando para daí, integra-se totalmente a ele. Algumas centenas de metros de altura o separam da base donde você havia partido. Um aterrizagem perfeita completa a sua viagem. Você está em casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carlos R. Kloser © 2005. A reprodução dos textos próprios é autorizada desde que seja citado o nome do autor e a fonte original.&lt;br /&gt;
 
    </content:encoded>

    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 09:16:57 +0200</pubDate>
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    <title>Pulse jets. Funcionamento Básico / Experimento Jam Jar Jet</title>
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            <category>Mr. Kloser</category>
    
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    <author>nospam@example.com (Carlos R. Kloser)</author>
    <content:encoded>
    Esquemas de funcionamento dos pulsojatos (pulsejets) com e sem válvulas e experimento com um Jam Jar Jet (Motor a jato feito com um vidro de compota).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;object width=&quot;560&quot; height=&quot;340&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/dMAUkxQeNlE&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/dMAUkxQeNlE&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;340&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tags: ramjet scramjet pulsejet pulso jato motor jet engine subsonic subsônico supersonic supersônico combustion aircraft propulsor propulsion avião foguete rocket valveless valved deflagration válvula deflagração detonação detonation pulse video&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 
    </content:encoded>

    <pubDate>Mon, 28 Jun 2010 08:10:23 +0200</pubDate>
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